Formatura de 2614 Soldados da PM no Sambódromo do Anhembi. Data: 27/05/2015. Local: São Paulo/SP. Foto: Du Amorim/A2 FOTOGRAFIA

São Paulo mais perigoso; roubos em abril têm alta de 14,9% sobre março; 19.215 registros; PM amplia rondas e bloqueios

O estado de São Paulo terminou abril de 2022 com alta de 14,9% nos casos de roubos em geral, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo os dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgados nesta quarta-feira (25). Se analisados os dados de 2019, de antes da pandemia, considerado pela pasta como mais semelhante ao cenário atual, houve uma queda de 7,5%.

Foram 19.215 registros em abril deste ano, ante 16.722 no mesmo período do ano passado e 20.780 no de 2019.

Os casos de furtos foram 44.760 em abril deste ano, um acréscimo de 37,8%, na comparação com o mesmo mês de 2021, quando 32.479 foram notificados. Se levarmos em conta os 44.760 casos de abril de 2019, houve uma leve queda, de 0,3%.https://8393eb162bdd17e4aafb841e325f2c22.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Em relação a abril de 2021, o número de vítimas de homicídio subiu 3,5%. Na comparação com o mesmo mês de 2019, houve uma queda neste crime.

Já os latrocínios (roubos seguido de morte), foram 16 casos em abril deste ano, uma alta de 23%, se levados em conta os dados do ano passado, e se mantiveram estáveis, se considerado o mês de abril de 2019.

Quanto aos estupros, houve uma alta de 7%, de abril do ano passado para o deste ano. Foram 980 ocorrências no quarto mês de 2022 e 915 no de 2021. Em abril de 2019, foram 980 registros, o que representa uma queda de 3,7%.

A queda é ratificada se analisado o quadrimestre. De janeiro a abril deste ano foram contabilizados 4.046 boletins de estupros, ante 4.062 em igual período de 2019.

Houve recuo também no número de furtos e roubos de veículos, que diminuíram 12,5% e 28,5%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2019. Nas duas situações, os totais são os menores da série, sem contar os registros dos anos de 2020 e 2021, aponta a pasta.

O indicador de extorsões mediante sequestro, no entanto, passou de 2 para 3 na comparação mensal.