Olavo galvaniza atenções antes da chegada de Bolsonaro aos EUA e dispara das suas: “Eu não conheço as ideias políticas dele, porra!”

BR: O polemista Olavo de Carvalho está fazendo a alegria dos jornalistas que já acompanham a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos EUA. Enquanto ele já está em voo para Washington, o guru do clã Bolsonaro galvanizou atenções em evento organizado pelo marqueteiro Steve Bannon. Mas sempre fiel a seu estilo de grandes doses de baixarias.

“Eu só falei com ele quatro vezes na vida. Não conheço suas ideias políticas, porra!”, disparou Olavo diante de perguntas a respeito do pensamento de Bolsonaro.

Mas o guru se apressou em defender o presidente da imagem de fascista, racista e homofóbico que tem no exterior. “Quem criou isso foi a mídia”, apontou Olavo.

Abaixo, notícia anterior a respeito:

BR: Uma das estrelas da visita do presidente Jair Bolsonaro, que já decolou do Brasil, aos Estados Unidos, o polemista Olavo de Carvalho está preocupado com o futuro do governo, em razão das muitas trapalhadas políticas.

Em evento organizado pelo marqueteiro Steve Bannon, responsável pela campanha eleitoral do presidente Donald Trump, mas que depois caiu em desgraça com o presidente americano, o guru brasileiro vaticinou sobre a gestão Bolsonaro: “Não precisa mudar nada para ficar mal. É só continuar assim. Mais seis meses, acabou”.

Abaixo, notícia anterior de BR:

BR: Um ‘esquenta’ para o desembarque do presidente Jair Bolsonaro em Washington ocorreu ontem num dos hotéis do presidente Donald Trump na capital americana. Com direito a exibição do filme O Jardim das Aflições, documentário sobre a vida do guru bolsonarista Olavo de Carvalho, palestra dele, jantar e declarações à imprensa, o momento adiantou o clima festivo da viagem.

O guru brilhou. “A comunicação do governo com o povo está péssima. Simplesmente não se comunica”, criticou Olavo. Como se acredita que Bolsonaro irá anunciar o fim da exigência de visto para americanos entrarem no Brasil, o polemista também foi chamado para comentar esse assunto. E defendeu a medida. “Eles (americanos e americanas) vão entrar lá para serem prostitutas, leões de chácara? Não”, disse ele. “Mas alguma reciprocidade tem de ter. Alguma é obrigatória”, determinou. Após a chegada de Bolsonaro esse assunto ganhará definições concretas.