Lira e Pacheco endurecem com Bolsonaro para não deixar que Brasil se torne “um paraíso dos anti-vacina”; presidente foi enquadrado para tomar medidas de proteção

Na sexta (26), Bolsonaro se mostrou resistente sobre fechamento de fronteiras mesmo com a nova variante da Covid-19. Ele chegou a dizer para os apoiadores que “teríamos que aprender a conviver com o vírus”. Só que a Omicron, detectada na África do Sul, mexeu com as estruturas do mundo. As ações das bolsas caíram e cientistas estão preocupados.

Conforme apurou o DCM, o Congresso Nacional não ficou nem um pouco satisfeito com as declarações do presidente. Deputados e senadores procuraram Arthur Lira e Rodrigo Pacheco para reclamar. Pediram ações mais rígidas para o Brasil não virar um paraíso de “antivacinas”.PUBLICIDADE

A situação ficou ainda mais pesada por conta do alerta dado pelo presidente da Anvisa. Desta forma, não havia sentido o Governo Federal lutar contra o óbvio. Os parlamentares avisaram que queriam providências o mais rápido possível e os chefes da Câmara e Senado procuraram Bolsonaro.

Leia mais:

1 – Instituto identifica primeiros casos de Influenza A em SP desde 2020

2 – Sem decolar na pesquisa, Ciro Gomes não joga a toalha

3 – CPI da Prevent Senior: Servidores relatam falta de infraestrutura e prédios irregulares em hospitais

Lira e Pacheco iriam tomar ação se Bolsonaro não fizesse nada

Arthur Lira e Rodrigo Pacheco avisaram ao presidente que os congressistas estavam insatisfeitos com a postura do Governo Federal sobre a nova variante. Os dois disseram que tomariam medidas para tentar evitar a chegada da nova varianete caso Bolsonaro não fizesse nada.PUBLICIDADE

Sem ter para onde correr, o governante pediu para os seus ministros adotarem ações técnicas para a situação. Ficou definido que as fronteiras aéreas serão fechadas para seis países da África do Sul.