Espírito de porco; Camargo escreve que ‘negro do Carrefour’ não representa “os pretos honrados do Brasil”; referência a morte por espancamento de cidadão João Alberto, em Porto Alegre

O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Sérgio Camargo, disse nas redes sociais, nesta quarta-feira (25) que João Alberto Silveira Freitas,  homem negro assassinado no supermercado Carrefour em Porto Alegre, era “marginal” e  “não representa os pretos honrados”.

Na publicação, Camargo ainda disse que  Marighella era branco e negou que o filme biográfico sobre o guerrilheiro tenha sofrido censura.

– O terrorista comunista Marighella era branco!
– O filme não sofreu censura alguma!
– Marginais não representam os pretos honrados do Brasil, seja Marighella, Madame Satã ou o negro do Carrefour.
– Cada um gasta seu dinheiro como quiser. O meu nunca terão! pic.twitter.com/MimF7ULVfb— Sérgio Camargo (@sergiodireita1) November 25, 2020