Enrolando-se com Bolsonaro, Musk pagou US$ 250 mil para abafar escândalo sexual nos EUA

Na madrugada desta sexta-feira, 20, veio à tona uma denúncia de assédio sexual contra Elon Musk, divulgada pelo site americano Business Insider. Segundo a publicação, a SpaceX, empresa de transporte espacial fundada pelo bilionário, teria pago US$ 250 mil (cerca de R$1,2 milhão) a uma comissária de bordo em um acordo extrajudicial para calar a vítima.

Segundo apuração do Business Insider, o caso foi denunciado por uma comissária de bordo que fazia parte da tripulação da frota de jatos corporativos da SpaceX. A publicação não revelou o nome da mulher que acusou Musk de expor seu pênis ereto e passar a mão em sua perna sem seu consentimento. O bilionário ainda teria feito propostas sexuais para ela.

O crime teria ocorrido em 2016, segundo o site americano, e foi revelado com uma declaração assinada por uma amiga vítima, em apoio à aeromoça, que também teria compartilhado trocas de e-mails e outros registros da situação.

Nos documentos, a comissária confidenciou à amiga que, após assumir o cargo, ela foi incentivada a se especializar como massagista, para que pudesse atender Musk durante as viagens. Daí, durante uma massagem em uma cabine particular do jato Gulfstream G650ER, Musk teria oferecido um cavalo em troca de uma massagem erótica.

Na denúncia, a amiga da mulher detalhou o incidente, que aconteceu durante um voo para Londres.  “Quando ela chegou, Musk estava completamente nu, exceto por um lençol cobrindo a metade inferior de seu corpo”, disse ela.

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