Central calcula que 48 milhões de pessoas serão prejudicadas por salário mínimo sem aumento real

BR: Um dia após o governo anunciar o fim do aumento real para o salário mínimo, estabelecendo em R$ 1.040,00 a remuneração mínima em 2020, com correção apenas pelo INPC, a central Força Sindical calculou em 48 milhões o número de trabalhadores e aposentados prejudicados pela mudança de modelo.

O secretário-geral João Carlos Gonçalves, o Juruna, lembrou que o sistema de reajuste que somava o INPC à variação do PIB de dois anos anteriores à correção, estabelecido no governo Lula, levou o mínimo a R$ 998 em 2019. Se a correção tivesse sido feita apenas pela inflação, o valor atual seria de apenas R$ 573.

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