Brasil sob pressão

BR: Reunido no fim da tarde deste terça-feira 21, após o presidente Jair Bolsonaro ter anunciado que não iria às manifestações marcadas para o domingo 26, um grupo de senadores veteranos manteve a avaliação de que os atos representarão um confronto com o Congresso. O clima entre eles oscilou entre a preocupação com a magnitude que os atos poderão atingir, e a revolta frente a tática política desenvolvida pelo próprio Bolsonaro de atiçar os seus radicais.

Agora, as manifestações não têm mais um líder definido, identificado e claro, mas sim uma série de destaques menores, porém capazes de criar fatos constrangedores ao Poder Legislativo e, também, ao Judiciário. Do que se pode saber agora, a cinco dias das marchas, só o Executivo será poupado.

Mesmo com Bolsonaro e seus ministros de fora, a ameaça das manifestações serem grandiosas em número e radicais nas bandeiras já aumenta às alturas a pressão sobre as instituições.

E são as instituições que fazem de uma população e um território um País.

O Brasil está sob pressão.