Bolsonaro leva 14 ministros e filho a almoço com Maia e Toffoli; antes, compartilhou vídeo do 03 criticando STF; frente contra ataques se dilui

BR: A intenção do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do presidente do STF, Dias Toffoli, em atrair o presidente Jair Bolsonaro para uma frente contra os ataques que as autoridades sofrem constantemente pelas redes sociais – em particular o Supremo – está dando certo, em parte. Bolsonaro compareceu ao almoço com este fim na residência oficial do deputado Rodrigo Maia, mas levou consigo 14 ministros, transformando o encontro num verdadeiro comício. Em lugar de servir para enfrentar os ataques nas redes, sem dúvida tem mais potencial para ajudar na reforma da Previdência, como destaca a Agência Brasil em noticiário.

Abaixo, notícia do jornal O Globo a respeito:

A cúpula da República almoça neste sábado na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Foram convidados o presidente Jair Bolsonaro , o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli , e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Também participam do almoço 14 dos 22 ministros do governo Bolsonaro: Sergio Moro (Justiça), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Santos Cruz (Secretaria de Governo), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucionl), Ricardo Vélez Rodríguez (Educação), Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Osmar Terra (Cidadania), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Ricardo Salles (Meio Ambiemte), Tarcísio Freitas (Infraestrutura), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e Floriano Peixoto (Secretaria-Geral), além do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Outros que apareceram foram os senadores Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, e Marcos do Val (PPS-ES), e o deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE).

– Me convidaram para almoçar. Não tenho ideia de agenda – disse Santos Cruz. Neste sábado pela manhã, Bolsonaro  compartilhou neste sábado de manhã um vídeo em que seu filho, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), critica  a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) de manter crimes ligados a caixa 2, investigados pela Lava-Jato,  na Justiça eleitoral . o