Barros jura que não tem nada a ver com Covaxin; “Não há dados concretos”; líder deve ser mantido no cargo por governo; por enquanto

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros, divulgou uma nota ontem para rebater suspeitas apresentadas na CPI da Covid no Senado sobre a compra da vacina indiana Covaxin. Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que, por enquanto, ele deve permanecer no cargo. “Fica evidente que não há dados concretos ou mesmo acusações objetivas, inclusive pelas entrevistas dadas no fim de semana pelos próprios irmãos Miranda“, afirmou Barros na nota.

“Assim, reafirmo minha disposição de prestar os esclarecimentos à CPI da Covid e demonstrar que não há qualquer envolvimento meu no contrato de aquisição da Covaxin”, disse o deputado. ​”Do ainda impreciso diálogo com o presidente da República, na transcrição da CPI, o caso em questão seria sobre a empresa Global e a compra de medicamentos não entregues. Trata-se de processo judicial, em que provo a minha conduta em favor do SUS, quando fui ministro da Saúde”, escreveu. “Embora a Global seja sócia da Precisa Medicamentos, esse processo em nada se relaciona com a aquisição de vacinas da Covaxin. Não participei de qualquer negociação para a compra desse produto”, afirmou Barros.