ACOMPAÑA CRÓNICA: BRASIL MONEDA BRA18. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 13/09/2012.- Una mujer verifica las billetes de 50 Reales hechas en la Casa de la Moneda de Brasil donde se hace todo el dinero brasileño el Real, y de otros países en el municipio de Santa Cruz en el estado de Río de Janeiro (Brasil). Fabricar a diario "montañas" de dinero es la tarea de la Casa de la Moneda de Brasil, una de las empresas más antiguas del país que, impulsada por modernas tecnologías, se proyecta en el mercado latinoamericano. EFE/ Marcelo Sayão

Atividade fraca aponta para rombo maior no déficit público

A equipe econômica do governo trabalhava com um déficit de até R$ 110 bilhões para 2020, essa estimativa, no entanto, passou para um rombo ainda maior em mais R$ 10 bilhões ou R$ 15 bilhões. Para 2019, a projeção é de um déficit de até R$ 139 bilhões.

A mudança na previsão deverá ser anunciada na segunda-feira, e reforçará a necessidade de aprovação da reforma da Previdência. Até então, o indicativo para 2021 era de um déficit de R$ 70 bilhões, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano. Para 2022 a equipe ainda acredita que será possível reduzir o rombo para cerca de metade do valor do ano anterior. Na visão mais pessimista o quadro de déficits pode se estender até 2022.

As novas metas do governo não incluem o ingresso de recursos do leilão de petróleo do pré-sal, marcado para 28 de outubro, é cujo dinheiro, se tudo der certo, deverá entrar nos cofres da União em dezembro.