Acionistas minoritários do Itaú questionam renovação por 5 anos de patrocínio de US$ 6 milhões ao Miami Open

BR: Acionistas minoritários com perfil ativista começam a se movimentar nos bastidores do banco Itaú com questionamentos sobre a política de marketing internacional da instituição. Eles querem uma justificativa para a renovação, por cinco anos, do patrocínio ao torneio de tênis Miami Open. Reclamam que não foram prestadas contas sobre os eventuais benefícios que a iniciativa teria produzido, assim como não há projeções sobre metas a alcançar.

O informativo Relatório Reservado, que circula entre a elite empresarial e financeira, revela em detalhes esse desconforto.

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Ganha uma entrada para o Hard Rock Stadium quem decifrar o enigma de Miami: por que o Itaú

vem gastando tanto dinheiro com o patrocínio ao Master Series 1000 da cidade? Pode ser que a resposta seja uma exclusividade da esfinge do banco, Fernando Beyruti, CEO do International Private Bank do Itaú. O desembolso – estima-se que de aproximadamente US$ 6 milhões por ano – é considerado no mercado desproporcional vis-à-vis o custo-benefício, sobretudo pelo target a ser atingido. A maioria dos clientes do private bank do Itaú em Miami não seriam norte-americanos, mas, sim, brasileiros residentes na Flórida. Fica a impressão de que a instituição está descarregando uma verba excessiva para se “apresentar” a um público que já a conhece. Ressalte-se que o banco dos Setúbal já renovou o contrato de patrocínio com o Masters de Miami até 2024. iority