Frente a lutas internas no governo, chefes militares lembram quem são os inimigos: a esquerda, Lula e o PT

A possibilidade de Lula obter o benefício de uma prisão mais branda neste ano colocou os chefes militares de alta patente em estado de alerta. Eles temem que, com liberdade para articular e receber visitas, o ex-presidente invista na criação de um novo “poste” para futuras eleições.

O receio aumenta ainda mais por conta da avaliação do governo, que vem caindo a cada pesquisa, e  dá sinais de estar em viés de baixa. Além disso, núcleos de poder da gestão Jair Bolsonaro, que se digladiam.

Por isso, a ordem entre os militares é evitar disputas estéreis e se lembrar sempre de quem é o inimigo comum: a esquerda e o PT.