Pelo Twitter, após 98 dias de incompetência, Bolsonaro demite Vélez da Educação; 2º de Onyx assume

BR: Nomeado por indicação do polemista Olavo de Carvalho, Ricardo Vélez Rodriguez deixa o Ministério da Educação com o mais impressionante histórico de erros, trapalhadas e perseguições já visto no primeiro escalão de governo desde o advento do Império. Após reunião na manhã de hoje, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a exoneração de Vélez, sem dúvida o ministro de Estado mais incompetente que o Brasil já teve.


https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1115261421321883648?ref_src=twsrc%5Etfw
https://platform.twitter.com/widgets.js


























Bolsonaro anunciou o professor Abraham Weintraub para o cargo.

“Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta”, escreveu Bolsonaro em sua conta no Twitter.

Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Weintraub é mestre em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Executivo do mercado financeiro, atuou no grupo Votorantim e foi membro do comitê de Trading da BM&FBovespa. Em 2016, coordenou a apresentação de uma proposta alternativa de reforma da previdência social formulada pelos professores da Unifesp. Weintraub atua como secretário-executivo da Casa Civil, sob o comando de Onyx Lorenzoni. Ele assumirá o lugar do colombiano Ricardo Vélez.

“Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados”, acrescentou o presidente.

Vélez esteve hoje (8) pela manhã no Palácio do Planalto em reunião com o presidente Jair Bolsonaro e deixou o local pela saída privativa, sem falar com a imprensa.

Colombiano naturalizado brasileiro, Vélez Rodríguez tomou posse no cargo em 1º de janeiro e enfrentava uma “guerra interna” no MEC provocada por desentendimentos entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho.

Além disso, desde o início da sua gestão, em janeiro, houve pelo menos 14 trocas em cargos importantes no Ministério da Educação. A demissão de Vélez Rodríguez é a segunda baixa no ministério do governo Jair Bolsonaro. ffff