Rio de Janeiro - O juiz federal Marcelo da Costa Bretas recebe a Medalha Pedro Ernesto na Câmara Municipal de Vereadores do Rio de Janeiro (Fernando Frazão/Agênci Brasil)

BR: Membro da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul e originário da Assembleia de Deus, o juiz Marcelo Bretas, que conduz a Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro, é o nome que o presidente Jair Bolsonaro não citou quando disse hoje, diante de fiéis em Goiânia, que já está na hora de haver um juiz evangélico no STF.

Bolsonaro e Bretas tornaram-se próximos nos últimos tempos, com o juiz tendo participado de um coquetel a convite do presidente.

Não há vagas no Supremo neste momento, o que só deverá acontecer a partir do próximo ano, quando chegarão à idade de se aposentar os ministros Celso de Melo e Marco Aurélio Mello.

Como uma das vagas, “a primeira que aparecer”, nas palavras de Bolsonaro, já está prometida para o ministro da Justiça, Sergio Moro, Bretas fica, desde já, de olho na segunda.