Presidente do Banco do Brasil aponta “guerra cultural”, culpa “esquerda mais radical” e encerra curso contra assédio sexual; apenas cumprir ordem de Bolsonaro era pouco…

BR: O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, desenvolveu toda uma teoria de conspiração social, em e-mail ao jornal O Globo, divulgado neste sábado 9, para justificar o encerramento do curso de ética, diversidade e contra o assédio sexual voltado a funcionários.

Não bastava admitir que foi o presidente Jair Bolsonaro que mandou tirar o curso on-line do ar e ele atendeu. Novaes foi mais longe. Acompanhe a justificativa do executivo:

“A verdade é que conceitos nobres, como o da diversidade, foram capturados com fins político ideológicos, pela esquerda mais radical, para fomentar o que chamam de “guerra cultural”, onde negros e índios se oporiam a brancos, pobres se oporiam a ricos, mulheres se oporiam a homens, homossexuais se oporiam a heterossexuais e até bandidos se oporiam a respeitadores da lei e da ordem”, disse Rubem Novaes, que completou em sua mensagem: “Foi dentro deste contexto que entendi o alerta do presidente, dando-lhe inteira razão”.