BR: O deputado Marcelo Freixo, do PSOL-RJ, não aceitou a versão de normalidade, dada pelo presidente Jair Bolsonaro, para a contratação de parentes por ele e seus filhos, antes de assumir a Presidência da República, quando o nepotismo não estava proibido pelo STF. Bolsonaro disse que a atitude era “legal”.

Freixo destacou, porém, que dos 102 parentes do clã Bolsonaro ou com relações familiares entre os próprios contratados nos gabinetes parlamentares, 37 declararam ter como ocupação profissional atividades fora do serviço público. Foi o caso, por exemplo, da mulher e filha do ex-assessor Fabrício Queiroz, nomeadas, respectivamente, pelos gabinetes dos então deputado federal Jair e deputado estadual Flavio.

“O problema é que é crime, Bolsonaro!”, escreveu Freixo em sua conta no Twitter. “Há indícios de que pelo menos 37 assessores eram fantasmas, dentre eles a mulher e a filha de Queiroz, que trabalhavam como cabeleireira e personal trainer quando estavam nomeadas nos gabinetes de Jair e Flavio”.

É fato.