Maduro aperta repressão e Venezuela já tem 4 mortos em protestos; Guaidó chama ‘greves escalonadas’

Subiu para quatro o número de pessoas assassinadas nas últimas horas na Venezuela. Em 2019,  já são 57 venezuelanos mortos em consequência da repressão do regime de Maduro aos protestos contra o Governo. Esta é a lista mais recente das pessoas assassinadas em protestos confirmada pelo Observatorio Venezolano de la Conflictividad Social (OVCS).

Milhares de pessoas saíram às ruas de Caracas e de outras cidades da Venezuela em resposta aos apelos de Nicolás Maduro e de Juan Guaidó, que buscaram nos últimos dois dias medir suas forças por meio de manifestações. Nos enfrentamentos desta quarta-feira, 1º de maio, pelo menos uma pessoa morreu em Caracas e mais de 130 ficaram feridas em todo o país, segundo o Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais. Guaidó, reconhecido como presidente interino por mais de 50 países, convocou “greves escalonadas” a partir desta quinta-feira até conseguir uma greve geral. Maduro, por sua vez, reconheceu que o regime precisa “urgentemente” de retificações e conclamou os venezuelanos a projetar “um grande plano de mudança”.