Na iminência de ser derrotado, Bolsonaro revoga decreto de armas; porta-voz disse que volta atrás estava descartada

BR: Num ato que o porta-voz da Presidência, general Rêgo Barros, diziam estar descartado, o presidente Jair Bolsonaro voltou atrás e revogou o decreto das armas. Uma edição extra do Diário Oficial da União circulou nesta tarde com a decisão oficial. A pressão do Congresso nesse sentido foi forte demais para Bolsonaro resistir. Agora, começa a tentativa de um novo texto que contemple ao menos em alguns pontos as intenções do presidente, mas não atingindo os extremos do texto agora sem efeito legal.

No mesmo dia, o porta-voz Rêgo Barros levou a segunda ‘carona’ do dia, como se diz na gíria da caserna sobre quem é passado para trás.

Mais cedo, Rêgo Barros não foi escolhido pelo Alto Comando do Exército para ganhar sua quarta estrela como general. Em consequência, sua carreira chegou ao fim e ele terá de passar para a reserva.

No caso da revogação do decreto das armas, pelo jeito ele foi o último a saber da decisão presidencial.

“Como acreditar a partir de agora em Rêgo Barros?”, pergunta, jocosamente, o colunista Ricardo Noblat.