Greve geral contra Previdência de Bolsonaro e Guedes tem esquenta no 1º de Maio para pressionar Congresso

BR: Com um greve geral nacional marcada para o dia 14 de junho, as centrais sindicais ensaiam na próxima quarta-feira, nas manifestações de 1º de Maio, com epicentro no Vale do Anhangabau, em São Paulo, e atos espalhados pelo país, a sua volta por cima. A oposição à reforma da Previdência proposta pelo governo é o fio condutor tanto dos atos de protesto, agora, quanto da greve geral, no mês seguinte. Por mais que as circunstâncias sejam difíceis, com os sindicatos sufocados financeiramente e o desemprego dificultando grandes mobilizações, as centrais podem surpreender.

“Apanhamos nos últimos dois anos como nunca havia acontecido desde a redemocratização”, avalia o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. “Mas estamos estamos vivo, unidos e certos de que os trabalhadores irão voltar à cena com uma greve que vai pegar muita gente de surpresa. Vai ser forte”, aponta ele.

O esquenta para a paralisação vai se dar na próxima quarta-feira, no 1º de Maio convocado pelas centrais para Vale do Anhangabau. A depender do volume de participação popular, e graças, finalmente, à coordenação entre as centrais, o ressurgimento das lutas sindicais pode engrenar.