Aqui não! Anvisa proíbe charutos Cohiba no Brasil, aqueles preferidos dos comunistas Fidel e Che; por que será?

Em uma decisão que em tudo parece ter um viés político anti-Cuba, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de charutos cubanos no Brasil da marca mais famosa do mundo, a Cohiba.

A Agência indeferiu no dia 23 de maio o pedido de renovação de registro da Cohiba, marca bastante sofisticada e usada para dar de presente a missões diplomáticas instaladas em Havana. A Cohiba foi criada em 1966, sete anos após a vitória da revolução comandada por Fidel Castro e Ernesto ‘Che’ Guevara.

A decisão determina que o produto – uma caixa no Brasil custa R$ 4 mil – seja recolhido das lojas em 30 dias. A empresa entrou com um recurso, no entanto, e por enquanto os produtos continuam nas prateleiras, informa o colunista Lauro Jardim.

O motivo alegado pela Anvisa é de que há um excesso de ácido sórbico no charuto, de acordo com o jornalista. A Emporium, que há duas décadas importa o Cohiba, garante que “não há inclusão de qualquer aditivo, por tratar-se de um produto 100% natural, a folha de tabaco”.

O site Cuba Debate reproduziu a notícia com uma reportagem nesta segunda-feira 1, com base nas informações do Globo.